Seu bebê perto do seu coração.


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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O que são slings ou porta-bebês ergonômicos?


Como surgiram os slings? 

Os porta-bebês, também conhecidos como slings, são usados para carregar o bebê no colo desde que o homem é homem. 

Relatos do uso de porta-bebês datam da pré-história, período em que os cuidadores usavam peles de animais ou fibras naturais para carregarem seus bebês, protegendo-os, abrigando-os, dando o calor e o contato necessário para o saudável desenvolvimento da prole. Com o avanço da tecelagem, os tecidos utilizados para roupas foram adaptados para formar a tipoia onde o bebê é colocado. 

Slings eram frequentemente bordados ou feitos com a seda de quimonos, no Japão. Na África, tecidos como a Kanga ou Kitenge eram usados. No México, o rebozo, que era um carregador de pano usado pelas mulheres o tempo todo, também era utilizado para transportar bebês. Na Índia, as mulheres amarravam os bebês em uma parte de sua saris. Em Bornéu usavam cestas de vime e, no País de Gales o cobertor galês foi usado por homens e mulheres regularmente para transportar bebês até os anos 1950, quando então, a produção em série de carrinhos fez com que o uso dos porta-bebês praticamente desaparecesse.

A história mostra que o sling não é uma invenção moderna (o carrinho sim). Slingar é o que diversos povos nômades faziam, pois era imprescindível uma ajuda para carregar bebês e crianças enquanto se deslocavam e cumpriam demais atividades do dia-a-dia. 

Devido a disseminação de todas as vantagens dessa prática milenar, foi inaugurada, na década de 70, na Alemanha, a primeira empresa desling de tecido. A Didymos foi criada depois que seu fundador foi presenteado com um rebozo mexicano. Desde então, muitos porta-bebês de tecido começaram a serem produzidos, na maioria das vezes por mães adeptas da prática, em todo o mundo. Com a globalização da informação, cada dia temos mais usuários dos slings.

O que determina um carregador ser um sling ou porta-bebê ergonômico?

Normalmente o sling é composto por uma leve e resistente faixa de pano sem qualquer tipo de estrutura rígida, adaptando-se simultaneamente ao corpo dos pais e do bebê, sendo muito confortável e ergonômico para ambos. Ele é um acessório prático, seguro, leve e confortável. 



Existem outros tipos de carregadores que não chamamos de sling, por não serem ergonômicos. Exemplo:

- os cangurus são carregadores estruturados, em que o bebê vai com o rosto voltado para o mundo, para a rua e suas perninhas vão penduradas, sem qualquer apoio adequado para a cabeça; 


- os baby bags são carregadores que lembram slings, por serem apoiados em somente um ombro, mas não são. Eles também são estruturados, com elástico nas bordas e às vezes tem inclusive um cinto de segurança dentro da bolsa onde fica o bebê. Ele deixa o bebê longe dos olhos do cuidador, sem muita circulação de ar e pode provocar sufocamento pela posição que a estrutura do carregador força o bebê a ficar.
                                           

A intenção do sling é a de imitar as posições do colo ao mesmo tempo em que distribui o peso do bebê, deixando as mãos dos pais livres, dando liberdade para atividades diárias como cuidar de outro filho, fazer compras, trabalhar, etc. Com ele você pode ir para qualquer lugar com o bebê, independente da condição da rua, calçada, presença de escadas, aglomerações, etc. Ele é usado tanto pelos homens quanto pelas mulheres, facilitando o dia-a-dia de toda a família.

Quais são os benefícios de slingar  com seu bebê? 

- o maior benefício do sling é o contato estreito entre mãe, pai ou outro cuidador e bebê. É a maneira perfeita de reforçar o vínculo entre o pai e o bebê; 
- carregar o bebê no sling é a maneira mais fácil e natural de integrá-lo à vida diária dos pais;
- o bebê pode ficar acomodado no sling em uma posição semelhante à fetal. Assim, próximo ao calor, voz, respiração e frequência cardíaca materna, o sling promove uma continuidade da gestação. O resultado de permitir à criança manter-se nessa relação tão próxima, sem um corte abrupto, é um indivíduo mais seguro, calmo, inteligente e com autoestima elevada, pois ele recebe mais carinho e atenção do que estando no carrinho ou no bebê-conforto;
- a criança tem uma melhor visão do mundo (bebês em carrinhos veem o mundo à altura dos joelhos de um adulto);
- o formato ergonômico respeita a coluna vertebral tanto do bebê quanto de quem o carrega.    
- o porta-bebê Bicho Preguiça respeita as limitações do bebê. Ele possui diferentes posições de uso, de acordo com a fase de desenvolvimento da criança.
- o sling facilita a circulação em meio a multidões, em lugares com desníveis, em calçadas esburacadas, terrenos irregulares, ruas estreitas, escadas e demais lugares de difícil acesso;
- permite a você interagir com outras crianças ou filhos e ainda assim manter seu bebê perto e seguro;
- suas mãos estão livres! Você pode fazer compras, caminhar, passear, ler um livro, brincar com o seu filho maior, entre outras atividades;
- ele é prático, confortável, lavável, dobrável, leve e seguro. Fácil de armazenar e transportar;
- seu Bicho Preguiça ainda contribui para a amamentação, já que o bebê tem acesso ao peito a qualquer momento, sendo cômodo e discreto amamentar o bebê dentro do sling
- o porta-bebê acalma e reduz o estresse do bebê. Pois previne os choros e as cólicas; 
- é a solução natural para o sono do bebê. Você acalma e agrada seu bebê com seu calor, sua voz, seus movimentos e o batimento de seu coração;

Sorte do bebê que pode usufruir do calor humano. Carregar seu bebê juntinho do corpo só traz benefícios!

Sling ou carrinho?    

Um carrinho, além de ser caro, não é nada ergonômico para o bebê. A cultura de carregar o bebê no carrinho ou no próprio bebê conforto é bem recente e pode não ser muito saudável. 

Então, para carregar o bebê em praticamente qualquer situação ou local, o sling se torna a melhor alternativa. Ele deixa o bebê em posição ergonômica, protegido de grandes estímulos externos, tranquilo, com fácil acesso ao peito e aconchegado para dormir quando quiser. Bebês precisam de colo. E é muito mais fácil carregar um bebê no sling do que só nos braços.

O ideal, não necessário, é ter mais de um sling. Um passeio longo ou o contato corporal com o bebê pré-maturo, por exemplo, exige um wrap sling. Já uma ida ao mercado, entra-e-sai de carro ou um passeio rápido, fica bem mais fácil com um pouch sling. Assim você terá um sling disponível quando o outro estiver lavando.

Quando posso começar a usar o sling?   

sling pode ser usado logo após o parto. Ele funciona como incubadora natural, pois fornece a temperatura ideal através da troca de calor com os pais, como prova o método “Mamãe Canguru“ aplicado em diversas UTIs Neonatais*. ”O bebê amarrado junto ao peito da mãe, fica mais calmo, respira melhor, seu olhar é pleno. O bebê cresce mais rápido e é mais sadio”, diz o médico colombiano idealizador do método Mãe-Canguru, Hector Martinez. 
Como tudo que concerne a um bebê recém-nascido, os pais devem ter especial atenção às instruções de segurança ao utilizar o sling nos primeiros meses de vida do bebê. Observe atentamente as informações do manual do seu porta-bebê Bicho Preguiça e assista aos vídeos em nosso site e em nosso blog.
*Referências: Jornal de Pediatria Método Mãe Canguru: aplicação no Brasil, evidências científicas e impacto sobre o aleitamento materno; Ministério da Saúde – Atenção humanizada ao recém nascido de baixo peso – Método Mãe Canguru;

Até que idade posso carregar meu bebê no sling?   

Recomendamos que os pais carreguem crianças de até 15kg, aproximadamente 3 anos. Mas o limite para usar está no peso que o adulto suporta e não no sling. Normalmente o porta-bebê é usado com muita frequência até os 2 anos, e depois tende a diminuir o uso, principalmente porque o bebê já caminha.
A partir do momento em que a criança aprende a andar o sling passa a ser um apoio para os momentos de colo e carinho e não mais um meio de transporte. Mas não importa a idade da criança, sempre será mais fácil carregá-la no sling que nos braços.

É seguro usar sling?   

Sim. Mas você deve seguir as instruções de uso contidas no Manual de Instruções, para garantir uma posição ergonômica a seu bebê. Além disso, compre produtos feitos com matéria prima de qualidade. Ao escolher o seu porta-bebê, verifique a qualidade das costuras e do tecido.
Há algumas dicas de segurança que devem ser seguidas, independente do modelo de sling que escolher:
- nunca cubra o rosto do bebê. Você sempre deve ter contato visual com seu bebê dentro do sling e ter certeza de que sua boca e seu nariz estejam livres;
- se necessário, retire o tecido do rosto do bebê dobrando a(s) faixa(s) do sling sobre o ombro;
- carregue o bebê na altura do seu beijo;
- o porta-bebê e o contato já gera calor para o bebê. Evite colocá-lo no sling estando muito agasalhado;
- enquanto slinga não faça atividades que possam trazer riscos para o bebê, como correr, cozinhar (somente com o bebê nas costas), andar de bicicleta, etc.

Use o bom senso, siga as recomendações e seu coração e feliz slingada!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Será que meu bebê está muito apertado dentro do sling?


Alguns pais e mães ficam com diversas dúvidas na hora de colocar seu bebê no sling, principalmente na primeira posição. Pois para muitos deles tudo é novidade: primeiro filho e primeiro contato com um sling.

A primeira posição, a que chamamos de posição de rede, causa uma dúvida que é recorrente: meu bebê está muito apertado dentro do sling? Será que preciso de um sling de tamanho maior?
Então, para esclarecer um pouco sobre essa dúvida tão recorrente resolvemos fazer este post.

Primeiramente enfatizamos que não adianta seu sling ser de um tamanho maior, pois o tamanho do seu Bicho Preguiça deve ser proporcional ao tamanho do adulto que carregará o bebê! Se seu sling for maior, seu bebê ficará muito abaixo do seu umbigo, você não se sentirá seguro para caminhar sem apoiá-lo com as mãos e sua coluna irá reclamar bastante. O bebê deve estar ao alcance dos olhos, do seu beijo e do seu coração.

Na primeira posição do Bicho Preguiça e de todos os slings, a intenção é e deve ser justamente a de proporcionar esse "aperto" ao bebê. Isso porque o objetivo é o de imitar a posição que o bebê estava no útero materno, onde se sentia seguro, apertadinho e aconchegado. A limitação do pano é importante para acalmar o bebê, pois o deixa firme e protegido, já que ele ainda está com o corpo bem molinho. Também importante para acalmar o bebê é o balanço que você faz ao se movimentar com ele dentro do sling. Imagina o quanto ele não se embalava quando ainda estava na barriga da mamãe? Além desse "aperto" (falo aqui de um aperto gostoso. Não é pra ser desconfortável.) e do embalo, ele tem o privilégio de escutar o coração de quem o carrega e de se sentir quentinho e aninhado, só que agora no que podemos chamar de 4° trimestre de gestação :)

Depois, conforme seu bebê for crescendo, a posição dele dentro do sling também mudará. O sling possui essa fantástica versatilidade que os cangurus não possuem: ele acompanha as fases de crescimento e de desenvolvimento do bebê. Então, quando seu filho já estiver na fase em que sua coluna está firme e suas perninhas preparadas, ele poderá andar de frente ou de cadeirinha. Na posição de frente, embora tenha esse nome, ele não ficará obrigatoriamente olhando para o mundo. Essa é uma opção do bebê. Ele poderá olhar para onde quiser e também poderá a qualquer momento se aconchegar no sling para dormir. Em ambas as posições, quando o bebê sentir aquele soninho, você só escorregará ele para dentro do sling, onde ficará com a cabeça novamente apoiada, em posição de sono e aconchego.

Existem estudos feitos nos países orientais, que relacionam a ausência de cólica nos bebês com o hábito que esse povo tem de carregar seus bebês em slings o tempo todo, pertinho do corpo. Isso é lindo demais!!!
Achamos um pedacinho de um estudo aqui: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8034122



Qualquer semelhança do bebê no útero com o bebê no sling, não é mera coincidência ;)


Foto do nosso manual. Grazi e Felipe apertadinho e aconchegado na posição de rede
             

                                            Thaís pequenininha e aconchegada

Ronie com a pequena Thaís dormindo um soninho gostoso.

Adri e Thaís já maiorzinha.  

Felipe (outro Felipe! rs.) na barriga da mamãe ;)

                                          Andressa e Felipe no embalo.
                                                                                                                                                                   A família Bicho Preguiça! hehe. Inaiê ainda com 5 meses.

                               Inaiê na posição de frente interagindo ;)

                Bruna com a mamãe e o irmão! Tb na posição de frente :)

                 Inaiê já é uma moça! Agora na posição de cadeirinha.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A Rede Berço chegou! Uma alternativa aconchegante, segura e portátil para os primeiros soninhos do seu bebê. Um delicioso embalo, num espaço macio e confortável. Ô vida boa :)

Ela tem a mesma estrutura de uma rede comum, preparada para ser usada com ganchos de parede para redes. A altura também poderá ser regulada utilizando cordas firmes ou extensores para rede (veja as correntes extensoras à venda no site). O par de ganchos para rede poderá ser colocado em qualquer parede da casa ou, caso falte espaço em paredes, também poderá ser fixado no teto.




Rede Berço Lilás

Rede Berço Lilás - detalhe da costura lateral

Rede Berço Verde

Rede Berço Verde - vista de cima com o colchão

Rede Berço Cru

Rede Berço Cru - detalhe do velcro do mosqueteiro

Rede Berço Rosa Salmão

Rede Berço Rosa Salmão - detalhe do velcro e do mosqueteiro

Rede Berço Amarela

Rede Berço Amarela - detalhe da costura lateral

Rede Berço Azul

Rede Berço Azul - detalhe do velcro do mosqueteiro

Rede Berço Branca

Rede Berço Branca - detalhe da armação superior


Detalhe da alça das redes